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NEGÓCIOS - Bitcointoyou investe em Compliance
Sex, 09 de Fevereiro de 2018 16:31

Na exchange Bitcointoyou, é possível investir a partir de ...

(Belo Horizonte, brpress) - Mais antiga exchange de bitcoins do Brasil, a empresa mineira Bitcointoyou é pioneira nesta atividade frenética em que se tornou o investimento em moedas digitais. Mas não quer ser a maior, e sim a mais segura. Por isso, investe pesado em Compliance e segue à risca as boas práticas do Sistema Financeiro Nacional.

Especializada na criptomoeda mais popular de todas, a Bitcointoyou viu a demanda por investimentos em bitcoin mais que dobrar em 2017, quando bateu recordes de valorização. Em vez de sair por aí vendendo desenfreadamente (e bater recordes de queixas no Reclame Aqui, como outras exchanges brasileiras – Mercado Bitcoin, Zirc Investimentos, Foxbit, Neteller e Coinbr, segundo o G1), coube ao sócio anglo-brasileiro Alexander Horta adotar a máxima mineira: “Devagar que o santo é de barro”.

Para assegurar um atendimento diferenciado aos 300 mil clientes e a adoção de medidas para evitar dores de cabeça com fraudes (Compliance), a Bitcointoyou contratou a advogada Vitória Nabas, diretora da Nabas International Lawyers – única firma baseada em Londres fundada e dirigida por uma brasileira –, como consultora na operação que já foi implementada pela firma Pinheiro Neto Advogados.   

Para brasileiro ver

A ideia é operar nos padrões internacionais, com o rigor dos standards britânicos. As criptomoedas não são regulamentadas no Reino Unido, mas isso não quer dizer que, como o Brasil, o país prefira desaconselhar investimentos nessa carteira. Na Bitcointoyou, o valor mínimo de investimento é R$ 150.

O Reino Unido anunciou que seu tesouro foi comissionado para fazer um estudo acerca das criptomoedas, e que papel podem desempenhar na economia. O estudo também tem como propósito definir se a regulação de criptomoedas deve ser considerada. A estratégia já foi adotada nos EUA, Japão e Suíça. “No setor financeiro, o Reino Unido tem um expertise histórico e respeitável”, defende Horta.  

Questionado sobre a proibição do tradicional Lloyd’s da compra de criptomoedas com cartões de crédito emitidos pelo banco, o diretor de Compliance da Bitcointoyou explica por que a proibição faz sentido. 

Maracutaia

“As pessoas estão comprando criptomoedas com cartões de crédito, usando os limites dos mesmos. Ou seja: com dinheiro alheio. A ideia é usar o crédito para ganhar dinheiro”, ressalta. “Mas e se a moeda desvaloriza antes do vencimento da fatura? Isso aconteceu em dezembro de 2017. É prejuízo na certa e muitos não estão conseguindo pagar as dívidas que contraem com os bancos”, alerta Horta. 

O contrário – a supervalorização, como vista em 2017 – também pode acontecer quando o assunto é bitcoin. “A tendência para 2018 é de alta mas para se obter ganhos sem colocar em risco capital de terceiros, recomendamos que o investidor compre criptomoedas com recursos próprios e já disponíveis e mantenha a diversificação de seus investimentos”, ensina.

Responsabilidade 

O termo Compliance tem origem no verbo em inglês to comply, que significa agir de acordo com uma regra, uma instrução interna, um comando ou um pedido. De cara, o cliente Bitcointoyou se depara com a primeira regra: não aceita-se cartão de crédito, depósitos não identificados e nem operações por terceiros (principais pontos de um Compliance). “É uma forma de saber a origem e a titularidade do dinheiro utilizado para adquirir bitcoins”. 

Se o cadastro para abrir uma conta na Bitcointoyou parece burocrático, o oposto acontece quando o cliente quer sacar um valor em R$ de sua aplicação em bitcoins. “A transferência é imediata”, assegura o diretor da empresa (ao contrário do que acontece em algumas concorrentes). 

Português correto

“Na Bitcointoyou, o investidor encontra um ambiente transparente e uma excelente oportunidade de ganhos que não são oferecidos no mercado de ações”, propagandeia o diretor. A empresa estava, até o fechamento desta edição, em 70o. lugar no WarExchange, ranking global que classifica corretoras por volume de negócios e outros quesitos. No Brasil, segue entre as três maiores exchanges.

“A concorrência é o mundo depois de rompermos as barreiras do Brasil. Mas aqui o investidor brasileiro sabe que  terá atendimento em bom português”, garante Horta. E isso, parafraseando um comercial de (justamente ele) cartão de crédito, não tem preço.  

(Juliana Resende/brpress)

CONTEÚDO PRODUZIDO COM APOIO DA NABAS INTERNATIONAL LAWYERS, CLIENTE brpress Office EM LONDRES