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EXPOSIÇÃO - Pink Floyd, restos mortais
Seg, 24 de Abril de 2017 17:53

Pôster original do primeiro disco do Pink Floyd, The Piper ...

(Londres, BR Press) - Há menos de um mês para a abertura de Pink Floyd: Their Mortal Remains, a primeira exposição sobre uma das mais cultuadas bandas do mundo, ainda estão sendo revelados objetos raros que serão exibidos na mostra, que abre em 13 de maio, no museu Victoria and Albert, em Londres. 

Um destes objetos é o Azimuth Co-Ordinator, uma geringonça eletrônica do tipo avó do joystick usada pelo tecladista Richard Wright para direcionar o som ao vivo da banda em qualquer palco – e também utilizada na montagem sonora da música Time, do álbum The Dark Side of the Moon – disco conhecido no Brasil como ‘Prisma’

Cartazes, capas de discos, artes, encartes, letra escritas a mão, anúncios de shows e até as máscaras usadas pelos integrantes da banda em The Wall Live, em 1979, poderão ser vistos entre os 350 itens – cuja maioria nunca foi exibida em público. Entre as pérolas que celebram a união da arte e da tecnologia com a música – áreas que o Pink Floyd foi pioneiro em unir, ainda nos anos 60 – está uma pintura original de Syd Barrett, que estudou artes em Londres e Cambridge, sua cidade natal, após se tornar músico. 

Iluminação de show

A mostra promete ser uma verdadeira epifania do universo da banda, que celebra 50 anos de seu primeiro disco, The Piper At The Gates Of Dawn e do single Arnold Layne, e que deu ao show de rock um ar de grande ópera e performance multimídia. A luz de Mortal Remains é assinada pelo lightning designer Peter Wynne Willson, que trabalho com o Pink Floyd desde os primórdios.  

  . Os curadores do V&A Aubrey Powell,  Paula Stainton e Senior Curator Victoria Broackes trabalharam em contato permanente com  integrantes-chave do Floyd, como Roger Waters, Nick Mason e David Gilmour – os dois primeiros participaram da coletiva de lançamento da exposição, em Londres (já que Gilmour permanece brigado com todos os integrantes da banda), garimpando e selecionando peças de coleções particulares e públicas. 

O resultado é uma viagem cultural, política e comportamental extraordinária de todas as fases – e temas – da banda, desde os anos 60 até hoje, num cenário teatral e surreal, elementos primordiais em todas as criações e mundos nem sempre cor-de-rosa do Pink Floyd.

Assista ao vídeo do lançamento da exposição Pink Floyd: Their Mortal Remains (em inglês):