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BELEZA - Utopia pra inglês não ver
Seg, 25 de Novembro de 2013 18:50

Linha Utopia: bom humor, sinceridade e performance. Foto: Di...

(São Paulo, BR Press) - Quem disse que pagar um preço justo por produtos para cabelo que não agridem o próprio, nem pessoas, nem animais, e ainda seja made in Brazil, seria Utopia? Pois, acertou – e errou. Utopia virou realidade com o lançamento da linha de xampus, máscaras e finalizadores homônima nesta quinta (28/11), em evento para convidados no salão Bardot – idealizador e sócio da nova marca.

    “O nome surgiu do fato de parecer impossível a criação de uma linha simples, enxuta, livre de químicos indesejados e ainda assim apresentar uma performance profissional”,  explica Marcos Furquim, sócio do Bardot, com a mulher, a arquiteta Camila Biachini. “Nosso objetivo é oferecer produtos que cumpram a promessa daquilo que são, eliminando das fórmulas químicos nocivos", completa.

Vontade de usar – e rir

    O resultado são texturas, embalagens, cheiros, nomes, mensagens e performances incríveis numa linha básica sem conversa pra boi dormir nem "milagre" pra inglês ver – dois tipos de xampu (sim, porque não é honesto oferecer mais de 20 tipos de xampu, sendo o que resultado é basicamente limpeza e tratamento), duas máscaras (não, não tem condicionador, pois trata-se de uma invenção dispensável da nem sempre limpa indústria cosmética), dois leave-in e um fixador.

    Utopia leva assinatura da renomada química Sônia Corazza e teve como parâmetro para seu desenvolvimento a legislação de países como Canadá, Alemanha e Japão, bem como pesquisas científicas que condenam o uso de diversos compostos químicos em cosméticos. Por isso, a linha inteira é lançada livre de sulfatos, parabenos e corantes.

    O que os produtos Utopia têm de sobra é bom humor e sinceridade. "A linha pretende ser um marco na forma como as pessoas se relacionam com produtos de cabelo", acredita Furquim. Eles serão comercializados no Bardot, em outros  salões selecionados e no site da marca. O bolso também agradece: os preços devem ficar até 30% abaixo do custo de similares importados.

(Juliana Resende/BR Press)